Salvador Dalí & Philippe Halsman – Making of “In Volupta Mors”

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In Voluptas Mors (português: “A morte voluptuosa” ou, numa tradução mais literal “Prazer na morte”) é um retrato de Salvador Dalí em colaboração com o fotórafo Phillipe Halsman, datado de 1951 (foto acima). A imagem representa Dalí posando junto a uma caveira gigante, um tableau vivant (“quadro vivo”) composto por sete modelos femininos nus. Halsman demorou cerca de três horas a organizar as modelos de acordo com um desenho de Dalí.

Aquilo que inicialmente parece um exemplo de memento mori (“lembra-te de que tens que morrer”), é na verdade uma interação mais complexa entre as noções de sexo e morte. A representação baseia-se na tradição simbólica da vanitas (“vaidade”), um código estilístico utilizado como lembrança da fugacidade da vida, da futilidade do prazer, e a certeza ou inevitabilidade da morte. O que aqui é pouco habitual é a incorporação da voluptuosidade dentro da própria estrutura representativa da vanitas (a caveira). Na mitologia romana, Voluptas é a filha resultante da união entre Cupido e Psyché, e é considerada a deusa dos prazeres sensoriais. A imagem apresenta uma fusão do eros (amor físico) e do thanatos (personificação da morte ou o impulso destrutivo) num só objeto.

(Texto traduzido e adaptado do do site “Cultura Inquieta”: http://culturainquieta.com/es/fotografia/item/2470-in-voluptas-mors.html)

Seguem-se fotos que documentam a preparação dessa certamente animada sessão fotográfica (é certo que as modelos tiveram que sofrer um pouco para se manterem em poses tão pouco ortodoxas, mas vamos acreditar que foram em tudo o mais bem tratadas).

Salvador Dali & Philippe Halsman - Photography

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Salvador Dali IN VOLUPTAS MORS Cultura Inquieta5

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Outra colaboração igualmente famosa de Dalí e Halsman – “Dali Atomicus” (1948):

File:Salvador Dali A (Dali Atomicus) 09633u.jpg

Iwase Yoshiyuki

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Mírame y sé color

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Iwase Yoshiyuki was born in 1904 in Onjuku, a fishing village on the pacific side of the Chiba peninsula, which encloses Tokyo Bay on the east. After graduating from Meiji University Law School in 1924, he took up lifelong pursuits, heading the family sake distillery and documenting the receding traditions of coastal Japan. In the late 1920’s Yoshiyuki received an early Kodak camera as a gift. Since the main livelihood of the town came from the sea he gravitated there, and soon found a passion for “the simple, even primitive beauty” of ama – girls and women who harvested seaweed, turban shells and abalone from beneath the coastal waters..
This way of life has now completely disappeared but Yoshiyuki’s photographs provide a stunning visual testament to these fascinating women. His total output is of a very hight standard but it is his photographs of the ama divers which are truly…

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Bert Hardy

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Mírame y sé color

The eldest of seven children, Bert Hardy rose from humble working class origins in Blackfriars, London, leaving school at age 14 to work for a chemist where he learnt how to chemically process photos.

After selling 200 prints of King George V and Queen Mary passing by in a carriage, he went on to freelance for The Bicycle magazine, saving up to buy a second-hand, small-format Leica 35 mm camera which was to change his life.

Self taught and using the small Leica camera instead of the traditional larger press cameras, Hardy was recruited by the editor of Picture Post, Tom Hopkinson, in 1941. He went on to become the Post’s Chief Photographer, earning his first photographer credit for a February 1941 photo-essay about Blitz-stressed fire-fighters.

Hardy later served as a war photographer in the Army Film and Photographic Unit (AFPU) from 1942 until 1946, covering the D-Day landings in…

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