A conquista da ubiquidade

“Tal como a água, o gás e a energia eléctrica, vindos longe através de um gesto quase imperceptível, chegam a nossas casas para nos servir, assim também teremos ao nosso dispor imagens ou sucessões de sons que surgem por um pequeno gesto, quase um sinal, para depois, do mesmo modo nos abandonarem.”

Paul Valéry, “A Conquista da Ubiquidade” (1928), em Pieces sur l’art.

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